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ATENÇÃO

Este blog é pessoal demais. Este blog dá de si e do seu espaço, da sua liberdade, do seu pensamento e, sobretudo, do seu coração.
Acima de tudo: "Eu escrevo como falo, como sonho, como penso."
Por isso SEGUE O QUE SENTES.

09/11/2014

Crítica é crítica, insulto é que me salta a tampa!

«18 de Março de 2010,
Catarina, Tu és musica pra mim, és um conjunto de sons harmoniosos e equilibrados que eu quero e escuto com toda a atenção para não perder nada, nada de nada. As tuas palavras inspiram-me e aguçam a vontade de escrever. A tua voz dá-me vontade de cantar bem alto, mas só tu puderes ouvir bem de perto. Dizes as palavras mais confusas pra mim, mas no entanto adoro ouvir-te dize-las. O silêncio dos nosso olhares atropelam tantas palavras ditas nesses instantes porque "os olhares falam as palavras que boca não pronuncia, é a nossa magia, o nosso sentido mais apurado." Tudo me encanta, tudo me fascina: tua magia, tua garra, tua pureza, tua doce doçura tão dócil como tu.
Não esqueças quem nunca te esqueceu, não deixes de sorrir para aqueles que sempre te amam.
E com isto digo-te que te amo minha Catarina, porque a ti é mesmo pra sempre.»

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PS: as aspas não constavam neste texto quando foi escrito pela primeira vez. Esta correcção chegou no dia 9 de Novembro de 2014 (4 anos depois de o ter escrito) porque o seu "verdadeiro autor" pesquisou a sua "célebre e originalíssima frase" no google, encontrou o meu blog e deu-lhe um ataque de justiceiro-implacável-não-me-venham-copiar-que-fico-chateado, resolveu escrever-me um "delicioso" comentário a chamar-me miúda sem originalidade, que não sabia nada de palavras, que precisava das palavras dos outros para ser mais criativa... e blá, blá e mais blá...
Ora meu caro, eu tenho muito respeito por aquilo que não é meu! Se realmente desse uma vista de olhos naquilo que não é dos outros (e sim meu), se visse o que escevo aqui ao longo destes 5 anos saberia que este blogue não fala de originalidade, não fala de ser melhor que ninguém, não fala de criatividade ou da falta dela... Fala sim do meu coração. Fala dos meus medos, mas minhas paixões, dos meus desvaneios, fala daquilo que bem me apetecer!! Acho que simplesmente ter-me chamado à atenção seria o necessário para esse meu lapso depressa ser corrigido e ainda lhe ter pedido desculpas com sinceridade... Coisa que jamais irá acontecer devido à sua arrogância... Honestamente, nem conheço o seu blogue nem nunca ouvi falar! (e claramente nem vou tentar ler quem não sabe ler os outros), o mais certo é ter visto esta frase noutro blogue qualquer que nunca encontrou nos confins das pesquisas de internet e ter-me ficado na cabeça para não ter usado aspas... Se fiz algum erro, não foi com intenção de maldade. Mas como nem o insultei, faça favor de se deixar de merdas e agradecia atenciosamente que nunca mais "voltasse cá" para me deitar abaixo.

Críticas sei aceitá-las muito bem. Insultos é que já me salta a tampa!
Enfim, Portugal dos pequeninos com gente ainda mais pequena...
Bem, palavras ("que nem as sei") para quê?!

03/11/2014

"Ainda ninguém inventou uma saudade como a nossa."

E de certeza que dificilmente haverá uma saudade e um amor como o nosso. A nossa saudade é daquela que se vai com a certeza de que se voltar. Com a certeza de que se volta para um peito quente onde os nossos sonhos repousam. Uma saudade de voltar com uma sede de matar essa saudade, uma sede de quem se ama perdidamente um no outro.