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ATENÇÃO

Este blog é pessoal demais. Este blog dá de si e do seu espaço, da sua liberdade, do seu pensamento e, sobretudo, do seu coração.
Acima de tudo: "Eu escrevo como falo, como sonho, como penso."
Por isso SEGUE O QUE SENTES.

27/04/2011

É já terça-feira

Então e não é que hoje fui ganhar uma corzinha à bela praia? Ah pois é, e soube mesmo bem!
E já agora, faço anos na terça feira (detesto as terças-feiras mas que se lixe).
Eu sei que vai parecer fútil da minha parte, mas olhem que até já mereço um pouco de extravagância porque as minhas notas foram boas e sou uma filha que não faz (muitos) disparates!


Ora aqui vai, para os papás indecisos que tenho (manas, digam lá que quero isto aos pais):
e/ou

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Um PERFUME fresco/de verão (o meu tá a acabar - sou daquelas que só sai de casa banhada em perfume :o)

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Sapatos de Verão


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ROUPAAAA! Nomeadamente calções de ganga, saias variadas, vestidos! ou camisolas. LEGGINGS!
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Bugigangas (todas as raparigas gostam de bugigangas pá) :))
Uma mala grande e castanha - LINDA (como as 2 de cima)!

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E agora mais "hardcore" ahah x)

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qualquer coisa que seja "mesmo a minha cara"!

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(e a lista continua...)

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E muuuuuito cariiinho pra mim pq sou uma pessoa MUITO afectiva e apegada ás outras pessoas quando gosto mesmo muito delas. Paz, amor, música, juízo, menos confusão, muita diversão, mais classe e bom gosto! ; )


São muitas coisas que é pra terem várias alternativas ahah - não sou nada exigente eu x)

25/04/2011

Salva-me

Sinto-me vazia. Não porque não te tenha comigo, mas porque não estás aqui, porque não me sorris, porque não vejo o teu olhar meigo e apaixonado a olhar pra mim. E a saudade dói, mata e eu só sei ficar aqui sentada, com o tempo a correr como as pessoas em frente às portas do metro às 8 da manhã.
É, preciso de ti, cada vez mais, e ao mesmo tempo vou sentindo que algumas pessoas vão-me esquecendo. Será que tu também me vais esquecendo quando os dias passam sem que o meu perfume esteja perto do teu?
Não sei se sou forte ou fraca e ás vezes pergunto-me quem sou afinal. Eu não sei isso também. E sinto-me cada vez mais perdida em mim própria quando não estás, quando não te sinto quente dentro do meu peito.
Este sufoco não me deixa respirar muito bem e não me consigo levantar, continuo aqui sentada, imóvel, vendo o tempo a correr como as pessoas em frente às portas do metro às 8 da manhã. Vem-me buscar! Eu estou perdida, salva-me. Veste a tua capa vermelha ou então calça-te só e procura-me até me encontrares. Eu não sei onde estou. Estou perdida, corre, salva-me!
Quando me encontrares agarra-me bem, beija-me a testa e diz-me só que amanhã tudo vai ficar bem.

12/04/2011

O dia de amanhã

A minha avó foi costureira (para além das outras profissões que exerceu) e então amanhã é passar a tarde com ela agarrada à máquina da costura fazer o que estava prometido já há mais de um mês. Enfim, só nas férias é que tenho tempo para mim, para os que gosto e para aquilo que me apetece fazer! E sabe mesmo bem!

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Esta falta de contacto dá cada de mim, como um veneno lento que me mata aos poucos. Não resisto, que saudades tuas!

10/04/2011

Às vezes...

Às vezes sinto que não estou cá, outras vezes sinto que estou só. Às vezes sinto que me perco outras estou mesmo perdida. Às vezes preciso de sair, outras preciso de ficar, no entanto nunca sei qual o meu lugar.
É, o tempo passa, muda e cura também. Mas não há ferida, nem solidão, nem dor, nem sentimento de culpa. Há saudade. E enorme. Um vazio preenchido de memórias e sentimentos quentes e fortes mas eu nem sei se se lembram de mim como eu me lembro todas as noites.
Perseguir sonhos... Os meus sonhos... Esses em tempos foram esquecidos, postos à parte, guardados dentro duma gaveta fechada e trancada, completamente selada, a chave deitada fora e assim esqueci que eles existiam. "Tenho que manter os pés assentes na terra" pensei eu tantas vezes mas quanto mais tinha os pés na terra, mais me enterrei em sonhos alheios. Como poderia eu ficar presa ao solo, eu tenho asas nos pés e a alma, essa sonhadora, voa longe!

Por uma vez disse pra mim "A quem é que eu estou a tentar enganar?! Eu sou a pessoa que melhor me conhece e eu sei bem que não quero isto pra mim!". Então respirei fundo, enchi o meu pequeno corpo de coragem e abri a gaveta, à força, contra todos. - Estava vazia.
Eu tinha crescido e os sonhos tinham ficados perdidos no tempo, por isso despi o corpo-morto e vesti, mais uma vez, a minha alma boémia e saí pro mundo pra encontrar os meus sonhos, pra encontrar quem sou, porque, apesar do corpo coberto de palavras, a alma, às vezes, é feita de pó mágico que todos os adolescentes têm dentro de si e eu, às vezes, não consigo tê-lo cá dentro, necessito de espalhá-lho por onde quer que toque e cativo as pessoas cada vez mais pra junto de mim, pra que não me esqueçam, pra que não me percam, pra que se lembrem que estou sempre aqui.
Mas às vezes...

07/04/2011

Problema de expressão

Se não escrevo, não é por não ter palavras, é por já as falado antes de as ter escrito.
Problema de expressão? Eu não sei, mas tem acontecido muitas e muitas vezes ultimamente contigo, meu amor.

03/04/2011

Alma boémia

Não meu amor, eu desta vez não digo que te amo porque desta vez tu vais saber que sim. Por isso, fecha os olhos, mete a mão no peito e sente. Quando ouvires cada pulsação do teu coração irás estar a ouvir a melodia mais preciosa e mais bonita, a seguir ao som grave e leve da tua doce voz, que eu já ouvi bem de perto, os únicos som que preciso que ecoem da minha cabeça.
Agora vem, vem deitar-te aqui do meu lado, eu preciso de ti aqui, agora. Preciso sempre. Deixaste-me provar do teu veneno e esse teu sabor...
Tenho tanta sede e eu só quero beber da tua água. O teu cheiro altera a minha mente, é nocivo, mas eu não quero saber. Estás a deixar-me dependente. Larga-me, deixa-me cair, obriga-me a cair de pé, vira-me do avesso, eu estou a voar!
Não! Não me largues, agarra-me com força e prende-me para sempre como me prendeste o olhar e todos os meus movimentos.
Giro à tua volta e não me canso, não paro, és o centro, ou pelo menos estás no centro e eu rodopio em torno de ti, dançando sem saber os passos, a música é infinita também. Parece um jogo em que eu sou a peça do tabuleiro e tu o jogador, tu avanças-me, recuas-me, tiras-me do jogo e voltas a colocar-me onde estava, uma pista de dança onde todos dançam de olhos fechados, focados em si mesmo. Como esperas que ganhe assim? Como esperas que reaja aos teus ataques? Eu estou impotente. Mas tu sabes que não sou inofensiva, sabes que não és o único jogador e sabes que também gosto de controlar as jogadas, mas tu queres ganhar o poder, tu prendes-me outra vez os movimentos e atas-me mais uns fios, das-me mais uns beijos e depois já estamos a jogar de novo. És viciante por ti próprio, paralisaste-me o corpo e agora a minha alma, minha alma antes boémia, paralisou-se em ti.