Separadores

ATENÇÃO

Este blog é pessoal demais. Este blog dá de si e do seu espaço, da sua liberdade, do seu pensamento e, sobretudo, do seu coração.
Acima de tudo: "Eu escrevo como falo, como sonho, como penso."
Por isso SEGUE O QUE SENTES.

19/02/2011

O amor toca a todos

O relógio talvez estivesse apontado para as 13:20 horas quando um inesperado telefonema de Angola, Luanda alterou. A notícia era a seguinte:
"O blog da Catarina está na página oficial do Facebook da Margarida Rebelo Pinto! Está lá desde Dezembro!".
A minha primeira reacção foi um belo "O QUÊ??!!" e de seguida ir ver o Facebook oficial da grande senhora, andei a página um pouco para baixo e heis que fiquei em choque, parada, quase petrificada! Um arrepio que vinha com um calor imenso subiu-me pela espinha até chegar às maçãs do rosto e estas ficarem a ferver. A minha boca estava completamente aberta de espanto mas a voz tinha deixado completamente de existir.
Margarida Rebelo Pinto é a minha escritora preferida, de todos os tempos e de todo o mundo. A sua escrita chegou-me às mãos pelos livros que a minha mãe tinha cá em casa dela, incluindo a primeira edição de Abril de 2001 do primeiro livro, Sei Lá, que, apesar de já lidos e relidos, ainda hoje estão ali na prateleira do meu quarto. É, para mim e sem qualquer dúvida, uma grande inspiração para o que escrevo, para aquilo que sou e para a minha ainda curta vida.
O livro anda por aí sim, mas sobretudo as pequenas frases da vida escritas por esta senhora também andam, e não se cansam porque o amor é intemporal, não mede idades nem tem sexo. Amor é amor e amor é igual para todos. E é isso que entendo quando leio os livros de Margarida, eu identifico-me e sei que mais umas quantas raparigas e mulheres adultas também se identificar-se-ão. Daí o seu sucesso e o dos seus livros e o facto das suas frases se terem tornado tão célebres, porque tocam o amor, em todas as suas variáveis diferentes e pontas soltas que pode ter. Quem não agarrar uma ponta, poderá agarrar outra e é por isso que o amor toca a todos.

[Protegi o nome das pessoas por questões de privacidade.]

NUNCA PAREM DE ESCREVER, E MUITO MENOS DE SONHAR.

13/02/2011

Se quiseres e acreditares vais conseguir

No final de tudo fica sempre tudo bem. Se ainda não está tudo bem é porque ainda não é o final.
Atenção que o final não tem de ser necessariamente ficarem juntos e felizes para sempre. Ele pode ter despertado sentimentos em ti que tu não sabias ter, pode ter-te ensinado muito mais daquilo que alguma vez pensaste que pudesses aprender, pode ter-te magoado tanto que pensaste que tinhas uma vida vazia, cheia de dias frios e ocos por dentro e que mais nada valera a pena agora sem ele, mas ambas sabemos que esta parte não é verdade. A vida não é para olhar para ela, de longe e com medo de toca-la como fazemos nos museus ou em casa de pessoas que não temos muita confiança. A vida é sim para seguir em frente e eu garanto-te, por mais que pareça na altura, o mundo não acabou.
No início é isso que sentes, para além de que ficas em paciência para tudo e para todos, só queres ouvir música, só queres fugir sem destino, ir para uma praia deserta e ficar lá horas, dias, meses, anos...
Passado algum tempo começas a sentir-te melhor, menos vazia e começas a saber viver sem ele e também a esquecer-te dele e dos momentos, ele já não aparece nos teus pensamentos, nem te assalta sonhos. É nessas alturas que descobres os teus verdadeiros amigos e se já os descobristes outrora verás então que eles não te deixarão ficar mal e são eles que te ajudam a seguires em frente. Mais tarde, quando já te sentires bem e até parece que estás preenchida por dentro só com o amor dos amigos e ainda mesmo quando pensas que já sabes todas as respostas, a vida vem e muda-te as perguntas e um dia acordas, como todos os dias, comes qualquer coisa, vais arranjar-te e sais de casa. Assim que pões o pé lá fora a vida muda. Vais a caminhar e vais contra um novo amor que desconheces ainda mas que no fundo já saibas que o amas. Depois a tua vida dá uma volta de 180º graus, o teu coração volta-se do avesso e tens arrepios na espinha. Mais tarde desejas a presença dele e quando ele está ao pé de ti, primeiro desejas abraços, depois beijos e depois mãos dadas na rua enquanto passeiam.
Eu falo por experiência própria, apesar de saber que tu e eu somos pessoas diferentes, sentimos coisas diferentes, mas se é amor, então o amor é igual para todos.
Neste novo dia, tu começas a acreditar novamente no amor e a pensar que agora ninguém te pode parar, que agora não há limites e a verdade é que não há mesmo. Este novo amor é um amor novo literalmente, um que te faz vive-lo de forma diferente, vê-lo de forma diferente e gostar dele de forma diferente, porque também nunca de ama duas vezes da mesma forma.
E a verdade é que as pessoas conseguem sempre tudo, basta acreditarem e quererem.
Se não acreditares não consegues, e se não quiseres também não chegas lá. As duas bases são essas mesmo: quereres com muita força e acreditares que consegues e, no fim, ou no início, serás uma pessoa nova, com um coração novo e uma vida nova pela frente, e vais ver que a tua nova fase é tão melhor que a fase velha que vais desejar não voltar ao passado porque afinal de contas tu aprendeste e cresceste com tudo isto e vais querer apenas seguir em frente sempre que tropeçares e caíres.
Com tudo o que te aconteceu tu aprendes a ser mais feliz ainda do que já julgavas e sentias ser, aprendes a viver diferente porque tu agora és diferente, és melhor e, acima de tudo aprendes a viver a vida e quando esta não corre bem aprendes a passar por cima dela, mas não por seres superior, mas sim porque não podes deixar que a vida passe por ti.
Se é possível ires à lua como é que não é possível apaixonares-te de novo?! Por isso vá, não fiques aí parada, vai para rua e vive a vida, com ou sem velho ou novo amor, bem ou mal, vive-a bem! Se tu quiseres e acreditares vais conseguir.

12/02/2011

Obrigada pelo que me ensinaste, apenas

E durante mais de um ano eu fui essa rapariga, em tempos passados, e não é que eu esteja a tentar relembrar o passado, porque não estou. Estou só a tentar encaixar algumas peças que se perderam no puzzle, no tempo, na história. E muitas histórias não batem certo e isso atormenta-me de vez em quando, quando me lembro, e, nessas vezes, uma leve e subtil inquietação cresce em mim, e não é por gostar de ti, porque essa fase já passou à história à muito tempo. A inquietação cresce porque a incerteza de que tudo fosse verdade ou não vem ao em cima, muito de vez em quando. Uns dizem que gostaste verdadeiramente de mim e que não haverá outra pessoa que te ature e respeite o teu espaço e como tu és como eu, outros dizem que tu te queixavas de mim a torto e a direito e que eu era uma criança e que já não me suportavas, e, no entanto, a verdade é que não sei em qual das versões acreditar por isso ignorei, durante muito tempo (e ainda ignoro), ambas as hipóteses porque para a primeira versão, eu não queria pensar que quem ama magoasse o outro da maneira que tu me magoaste a mim e na segunda versão são queria pensar que mais de um ano ao todo seria tudo fachada, seria tudo mentira e até eu própria seria uma mentira por ter vivido nela, sonhado com ela, acreditado em nada mais do que nela. Toda a gente sabe que sou uma miúda idiota que acredita em tudo o que lhe dizem se lhe parecer possível. E a verdade é essa, eu confio nas pessoas, penso sempre que têm coração e querem o bem de todos os que as rodeiam. Mas tu, na altura, vieste quebrar isso, vieste destruir os meus sonhos, vieste pôr em causa tudo, até as lágrimas que insistiam em cair dos meus olhos.
Ridículo pensarmos que somos uma mentira, e logo eu que detesto mentiras e mentir é daquele tipo de coisas que quase nunca faço. O tempo passou, quase mais de meio ano e conheci novas pessoas, aprofundei conhecimentos noutras e apaixonei-me por quem já conhecia bem e a verdade, meu caro, é que pôr um ponto final definitivo no livro que já tinha início em 2007 ou 2008 só me fez bem! Libertei a alma, abri novos horizontes porque não me impus nenhum limite. Abri, principalmente, o coração, esse nunca se fechou porque eu assim quis! E nunca se fechou por uma razão muito simples: se não tivesse aberto a porta e as janelas ainda lá estavas tu. No entanto abri todo o meu coração, e doeu sim, abri feridas horríveis, mas o tempo cura tudo (e cura mesmo), apazigua a alma e sara as feridas e tu foste mais uma ferida, a maior de todas por enquanto (porque ainda sou nova), mas, ainda assim, foi mais uma.
Hoje, agora, agradeço-te por tudo o que me ensinaste, por me teres dado a conhecer o que eu sou por dentro, por me teres posto a pensar e algumas vezes, por me teres libertado o espírito e a cabeça para as coisas boas e para as perguntas sem resposta. Obrigado por me ensinares que o melhor é sentir, fazer, mostrar, que não é preciso dizer-se o que é óbvio quando se mostra, (pena é que não tenhas mostrado lá muitas vezes, faz parte de ti, eu sei), embora eu precise constantemente de escrever para sentir e sentir para escrever. Obrigado por me teres mostrado muitas coisas que tu nunca tinhas pensado que me tinhas ensinado essas coisas todas. Foste um bom professor, namorado é que já não. Ainda assim, desejo-te toda a sorte do mundo, segue sempre o que sentes, eu segui o que senti e não me arrependo de nada.

Um abraço de agradecimento ao passado que eu não quero que volte mais.
Um beijo demorado ao meu príncipe encantado de hoje em dia e de hoje pra sempre,
e ainda mil risos e sorrisos, abraços e beijos às minhas princesas que morro de saudades delas.

09/02/2011

A planta do amor

Ando a pensar seriamente se conseguiria alguma vez escrever uma música que fosse minimamente interessante, a ver vamos se arranjo tempo pra me dedicar a algo que me dá tanto gozo como ouvir música ou fazê-la com a minha voz.
A próxima semana vai ser difícil e não é que esta esteja fácil uma vez que não tenho lá muito tempo disponível para as coisas boas da vida que eu gosto, mas a próxima então, o tempo disponível é nulo ou negativo!
Já agora aproveito para dizer que já estou quase a acabar o livro "O FIM DA INOCÊNCIA" e estou a adorar - é um livro, acima de tudo, chocante, viciante e sobre a vida dos adolescentes mais ousados e sem pudor do século XXI que somos nós. Um livro de leitura obrigatória não só pra adolescentes mas como pra pais também.
Fica o trailer:

O FIM DA INOCÊNCIA - Trailer from Francisco Salgueiro on Vimeo.


PS: Já sei o que oferecer dia 14 ao meu príncipe: uma pista: não vai ser uma "prenda"-cliché e ainda não comprei. A ver se ele gosta ahah x) - ah e parecendo que não, o tempo passa a correr e quando olhamos o calendário pra ver a quantas andamos, reparamos que já se passaram 5 meses e que a planta do amor cresce de dia para dia, como alimentada de saudade, de afecto puro, de cumplicidade terna, de loucuras e parvoíces, de beijos demorados, de abraços apertados, de olhares profundos, de boa música, boas conversas e até de pensamentos e do vazio dos dias sem ti, mas a verdade é que não há vazio, porque eu sinto-te sempre em mim, a crescer comigo e eu contigo, por dentro dos nossos tecidos que são feitos na mesma matéria, do mesmo amor louco, quase cego, que temos um pelo outro.E a planta cresce. E tu cresces. E eu cresço. E sou feliz. Sempre fui. Mas agora sou mais ainda.

Bom resto de semana que eu vou tentar ter também. Agora agora apetecia-me mesmo era pintar, mas hoje já não dá, talvez ainda escreva no caderno.
[PS 2:Alguém tem sugestões de novas leituras? (apesar de eu já ter "roubado" alguns livros à Catarina ahah) :)]

06/02/2011

Thought of You

Derreteu-me completamente o coração, lindo! ♥
Uma animação maravilhosamente encantadora de Ryan Woodward.

Boa semana para todos (: