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ATENÇÃO

Este blog é pessoal demais. Este blog dá de si e do seu espaço, da sua liberdade, do seu pensamento e, sobretudo, do seu coração.
Acima de tudo: "Eu escrevo como falo, como sonho, como penso."
Por isso SEGUE O QUE SENTES.

28/11/2013

#FraseDoDia II


Quem sabe o que vê, sente.

O Nuno é um fotógrafo que admiro imenso desde à uns tempos para cá. Para além de ter a sensibilidade que só um artista ou alguém muito íntimo com as artes consegue ter, tem um talento incrível em transformar as suas ideias e momentos numa imagem só, como se conseguisse captar e congelar aquele momento eternamente.
Eu tive a grande sorte e oportunidade incrível dos meus olhos serem fotografados pelo Nuno um dia destes e, mesmo sem qualquer edição de fotografia, eu adorei o resultado!
O Nuno acha que as pessoas só valorizam as fotografias que "não lhe dão trabalho nenhum a tirar" porque são as que têm mais Likes no facebook, neste caso, uma fotografia ao estilo "olho de peixe"... Ao meu querido Nuno eu respondi-lhe apenas que "as pessoas tendem a gostar mais daquilo que é transcendente ao seu olhar, embora que isso seja algo limitado. E, por isso, qualquer fotografia a olho de peixe ou com alta focagem num só ponto e o resto desfocado, por não ser algo captado pelo olhar humano, acaba por ser algo de extraordinário. Jamais verão que a fotografia, o tempo de exposição, o trabalho e a dedicação, para além da edição posterior da fotografia, são algo de maior valor porque te dedicas inteiramente àquela fotografia em si, pela sua essência, pelo o que ela representa. Quem sabe o que vê, sente. Quem não sabe, fica a ver, como um turista contemporâneo que fotografa tudo sem intenção de compreender o que vai para além do seu olhar.".
E, por isso, não faças caso de algo que nem as pessoas entendem, porque tu és muito melhor do que o comum e mundano mortal sabe.
Tu és fantástico! E eu sempre tive a certeza disso :)



26/11/2013

**Christmas WishList**

Este natal "só" peço estas coisas... : b

New Balance Sneakers

Zara Shorts

Zara Sweat-Shirt

H&M bracelet

H&M top












Bershka Knitweart

New Balance Sneakers


25/11/2013

#FraseDoDia

Confidence is a decision. You will never earn it. It will come when you decide to have it.
— Charlotte Wood

23/11/2013


Ela, que era uma sonhadora, um dia acordou e descobriu que, afinal, ele era o seu homem de sonho.

21/11/2013

Às vezes só é preciso um balde de água fria para esfriar as ideias e, depois, um banho quente para aquecer a alma.

19/11/2013

O amor é ingrato.

O amor é ingrato. O amor é doentio. O amor é cruel. O amor é tóxico. O amor é tanta coisa.
Em cada relação, seja o tempo que dure, há sempre a fase em que nenhum admite que gosta do outro; a fase em que um admite e o outro, por fim, também admite; a fase em que gostam os dois igual; a fase em que um gosta mais que o outro; a fase em que já estão cansados um do outro e é nesta fase que as relações morrem. 
Amor é, mesmo quando estamos esgotados um do outro, quando as conversas parecem já não ter tema, quando as músicas são sempre as mesmas, quando já quase não se diferencia o cheiro do outro, cansados disto tudo e ainda assim não saber viver sem essa pessoa, é não saber viver de outro modo porque se construiu um futuro e uma vida em torno dessa pessoa. 
O amor é ingrato. O amor é doentio. O amor é cruel. O amor é tóxico. O amor é tanta coisa. Mas jamais saberíamos viver sem ele.


Ás vezes o amor não morre. Só anda escondido.

16/11/2013

Nostalgia da minha querida António Arroio II

À semelhança de muitos artistas-sonhadores que percorrem aqueles corredores, também eu me encontrei como pessoa e como essência, foi lá o único sítio onde me senti como se pudesse ser realmente eu, a única escola onde me senti "em casa". Onde sempre fui aceite porque nunca havia ninguém posto de parte, onde conheci amigos para a vida, onde sei que existe quem pense diferente, quem veja o mundo com outras cores e ainda assim não se sinta mal consigo. Foi lá que encontrei a paz dentro de mim. Foi lá que encontrei a minha peça do puzzle. Foi lá que cresci, que aprendi, que me afirmei como a pessoa que sou, onde descobri que posso ser eu mesma aos olhos do mundo, sem me enganar a mim própria. Foi lá que senti magia pela primeira vez e que aprendi que sentir tudo com toda a força a vida tem não tem mal nenhum. Aprendi a gostar de mim. E a gostar dos outros pelo que são. Aprendi a descobrir nos olhos dos outros a essência de cada um e aprendi, sobretudo, a amar cada pequeno detalhe da vida e a saborear cada momento como se fosse o primeiro e o último.
E só quem sente aquela escola com toda a sua plenitude e com toda esta entrega para receber o que ela, professores, colegas e auxiliares têm parar dar, é que irá sentir o toque do pó mágico que todo aquele sítio emana.

Nostalgia da minha querida António Arroio

"A simplicidade. Só o que é útil é bonito. O fútil é desagradável." Vítor da Silva, meu Professor de Artes Gráficas. Há coisa de trinta anos, um aluno qualquer armado em artista, subiu a um escadote e pintou espontaneamente sobre a porta principal da escola um AMO-TE com um "A" de anarca, e o graffiti ali se deixou ficar até hoje, resistindo a obras remodelações e reconfigurações. Acham isto normal? É claro que não. A António Arroio não é uma escola normal! Conheci várias escolas, umas melhores do que as outras, mas nenhuma como aquela. É complicado para qualquer "Arroiano" explicar o que tem aquela escola de diferente das outras em concreto, mas o mais notável de tudo era uma estranha cumplicidade criativa entre alunos, docentes e até o pessoal auxiliar, mesmo à revelia das normas, um direito à diferença tão enraizado e natural que não se dava pela "diferença", e essa maneira de estar na escola, de viver a escola como um espaço de criação, será provavelmente o factor que mais marca a António Arroio. A envolvência era tal que a escola acabava por sermos nós mesmos, e isso fazia com que nos sentíssemos parte integrante dela. Um todo. Ninguém ficava de fora. Era impossível. Também lá aprendi que "Loukura é Formosura". Quando lá cheguei em 1980 o @MO-TE era o original e estava pintado na parte da platibanda hoje ocupada pelo painel de azulejos do professor Querubim Lapa e aquilo era uma espécie de Staatliches Bauhaus à Portuguesa. Nunca mais me consegui desligar dela. O meu maior e mais antigo amigo é professor naquela escola e uma boa fatia das minhas relações têm algum tipo de ligação com ela. Voltar lá de surpresa quase trinta anos depois e ser acolhido pelo velho Matias com tanto calor e simpatia, foi no mínimo uma prova inequívoca de que eu não "inventei" a António Arroio. Ela é mesmo assim. Caminhar por aqueles corredores desertos numa tarde de férias da Páscoa a deixar exorcizar uma infinidade de detalhes que guardo como se fossem um grande tesouro, foi algo verdadeiramente íntimo e deslumbrante. O Vítor da Silva e resmungar que "os apara-lápis eram uma invenção da industria para vender mais lápis", o baldar-me a aulas minhas para ir assistir às aulas de História d'Arte da Natalina noutras turmas (as aulas dela esgotavam plateias), o Manel que em vez de dar aulas de filosofia levava com elas (ele próprio o cultivou em nós e estamos gratos por isso), as tardes a pintar paredes na "Alameda das Ganzas", as bicas prolongadas e eloquentes no Louvre, os matraquilhos no "Jardim da Celeste", tudo isso e muito mais da António Arroio, fizeram de mim uma pessoa muito melhor, e é por isso que lhe estou eternamente reconhecido e a trago no coração, e faço minhas as palavras do owner quando diz "Esta é a MINHA escola, como nenhuma outra foi". É a pura verdade. Ocorre-me citar aqui este pequeno texto de uma professora para uma aluna da escola. Poderá porventura parecer algo naïf, mas traduz muito bem o espírito "Arroiano": "Aquele Amo-te que está pintado à porta da nossa escola é uma mensagem que só quem vive ou viveu na António Arroio consegue compreender. Naqueles corredores há uma melodia que só nós conseguimos ouvir. Naquelas salas há uma luz que só nós conseguimos ver. Naquelas oficinas há texturas que só nós conseguimos sentir. Naqueles canteiros há flores e árvores que na Primavera enchem o ar com cheiros que são só nossos. Porque aquela escola é um lugar diferente. Talvez por isso é que ninguém quer sair de lá...mesmo os antigos alunos voltam sempre para uma visita." in "uccello", de Ana Martins, ucelo.blogspot.com, docente de História de Arte, 2008. Eu também voltei, ou talvez não... Talvez uma boa parte de mim nunca tenha de lá saído. Muito obrigado por me fazeres lá voltar. Foi absolutamente único!

autor desconhecido, encontrei aqui.

10/11/2013

Os olhos, sempre os olhos...

''Ninguém consegue mentir, ninguém consegue esconder nada quando olha directo nos olhos.
E toda mulher, com um mínimo de sensibilidade, consegue ler os olhos de um homem apaixonado.'' 
 



"E assim vamos ficando mais amigos, mais amantes, mais enrolados um com o outro."