Separadores

ATENÇÃO

Este blog é pessoal demais. Este blog dá de si e do seu espaço, da sua liberdade, do seu pensamento e, sobretudo, do seu coração.
Acima de tudo: "Eu escrevo como falo, como sonho, como penso."
Por isso SEGUE O QUE SENTES.

31/07/2013

This is love

I’m in love with you. Yeah, it’s that bad. You’re so beautiful to me. Shut up, let me tell you, let me. Every time I look at your face, or even remember it, it wrecks me. And the way you are with me, and you’re just fun and you shit all over me and you make fun of me and you’re real. I don’t have enough time in any day to think about you enough. I feel like I’m going to live a thousand years because that’s how long it’s going to take me to have one thought about you, which is that I’m crazy about you. I don’t want to be with anybody else. I don’t. I really don’t. I don’t think about women anymore. I think about you. I had a dream the other night that you and I were on a train. We were on this train and you were holding my hand. That’s the whole dream, you were holding my hand and I felt you holding my hand. I woke up and I couldn’t believe it wasn’t real.
— Louis CK






and this is love...

28/07/2013

O que me encanta mais de tudo nesta vida, é a forma como eu consigo ver o mundo com uma luz e beleza que ninguém entende.


19/07/2013

forgetting

«We keep secrets from ourselves 
and call it forgetting.»




And forgetting let us free...

15/07/2013

"Autopsicografia"

«Catarina, fala-me de ti. Tens coragem e tempo?» N.C.

Isso é sempre uma pergunta muito complicada para mim. Coragem tenho sempre e tempo, arranja-se.
Primeiro que tudo, se há algo que me caracteriza deve ser o meu sorriso. No entanto eu acho que sou muito mais observadora, mas quase ninguém me consegue ler os olhos. Há uns anos que procuro quem sou, porque não sei e ando nessa busca constante, quase sempre sem resposta.
Não digo que não tenha uma personalidade forte, gostos marcantes e talvez até, pouco fora do comum ou do usual: eu gosto do que é ousado mas não piroso.
Sobre mim não sei, sinceramente, acho que sou uma miúda de 19 anos como muitas outras são. Não me ponho muito à margem da sociedade nem me insiro em nenhum grupo específico. Os meus amigos são os mesmos desde sempre, com a excepção de dois ou três que entraram na minha vida há 3 anos e vieram para ficar, porque eu faço questão de os preservar na minha vida.
Vivo quase uma vida dupla... A vida de sempre, com amigos de longa data, uns até de berço, outros de primária, oriundos de onde sempre morei e cresci.
Depois, há 3 anos decidi mudar a vida toda, ou quase, ou pelo menos a minha e abdiquei da vidinha fechada que aqui se vive e fui estudar para Lisboa, continuando a morar onde sempre morei.
Inscrevi-me na Escola Secundária Artística António Arroio e não me considero nem um bocado artista, até seria muito ingrato da minha parte se o afirmasse porque não é verdade. Mas naquela escola entrei para aprender. E aprendi muito! Aprendi, sobretudo, a conhecer-me a mim, um eu que talvez nunca tivesse conhecido. Aprendi que não faz mal pensar diferente dos outros, não faz mal ver luz nas cidades, nas ruas, nas pessoas, no sol, na lua, em casas abandonadas... 
Eu acho que o que me faz ser feliz é a maneira como olho para as coisas porque pouco preciso para achar algo com alguma particularidade bonita, mesmo quando as coisas são feias. Há sempre um encantamento qualquer que me surge quando me ponho a observar coisas.
Gosto de ler, mas nem todos os livros me cativam.
Sou feliz, mas acho que me falta sempre algo.
O meu maior medo na vida é ficar sozinha, acho que deve ser por isso que sou apegada demais às pessoas e a certas coisas que considero minhas. Talvez seja egoísmo... Talvez seja outra coisa qualquer.
Sou a filha do meio de 3 filhas perfeitas e normais.
E acredito no amor porque não tenho nem um motivo para desconfiar que ele não exista.

Ser sem ser

Um dia eu quis ser só sua. No outro dia eu já não quis ser de ninguém.



14/07/2013

Atracção pelo perigo

Não sei de onde vem essa minha atracção pelo perigo, pelo incerto, pelo desafio, pelo limite, ou pelo risco. 
Sinto em mim uma força que me puxa constantemente numa direcção que eu sei que não é a certa. "Não vás por aí." E eu vou, empurrada por uma corrente de ar que invade toda a minha alma que me diz, baixinho, "Tens de ir...".
Vejo-te ao longe.
O coração acelera, a adrenalina sobe.
E eu sinto-me viva, como nunca me senti antes.

Boa sorte sem mim

«Não adianta implorar para ninguém ficar, fica quem quer. E é por isso que te estou a deixar ir. Não estou a desistir, nem a ser fraca. Eu errei, tu erraste, errámos. E ajoelhares-te aos seus pés não muda nada, só tortura mais. Então vou desaparecer um pouco, bloquear-te da minha mente. Não quero ouvir notícias tuas, nem boa nem ruim. Não vou responder a mensagens, não agora. Tu precisas sentir falta, precisas ver se realmente me queres. E não é que eu vou estar aqui à tua espera, mas amor não acaba fácil. E ainda que eu esteja a ser forte, se tu voltares, eu deixo-te entrar. Mas cada dia a mais, é algo a menos. E a verdade, tu sabes, se tiver que ser, daqui 10 anos a gente encontra-se. 
Boa sorte sem mim.»

11/07/2013