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ATENÇÃO

Este blog é pessoal demais. Este blog dá de si e do seu espaço, da sua liberdade, do seu pensamento e, sobretudo, do seu coração.
Acima de tudo: "Eu escrevo como falo, como sonho, como penso."
Por isso SEGUE O QUE SENTES.

31/10/2012

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Isto hoje não me sai da cabeça, e eu nem gosto dela, nem em geral, nem em particular...


E isto ficou-se-me entravado também, nhé!!



i miss this *

++++








30/10/2012

Nós discutimos muito, brigamos ainda mais, temos ideias muito diferentes e por isso agente choca tanto. Nós até chocamos demais. As pessoas olham-nos e dizem que nem entendem como é que gostamos um do outro, porque nós damo-nos tão mal. Mas aí eu respondo sempre que é por nós nos darmos tão mal que nos damos tão bem. Nós discutimos sobre as mesmas coisas, debatemos sobre as mesmas ideias mas com pontos de vista diferentes, somos fogo e água, somos opostos mas completamo-nos. No fundo somos iguais.
Nós discutimos muito, eu tenho que ter razão e a razão normalmente és tu que tens, porque meu querido, eu não sou a força da razão: eu sou a força do amor e a minha razão és tu.
O que mais odeio é também o que mais amo: 
Tu.

23/10/2012

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«É uma mistura de “estou querendo desistir” com um “vou tentar mais um pouco”. Um “não vale a pena” com um “encontrei o amor da minha vida”. Um “não te quero mais” cheio de “não me deixe por favor”. Um “eu te amo” lotado de um “não te suporto”. É uma bagunça que faz a gente ser especial ou só mais uma ilusão. Ainda não consegui entender.»

Caiu que nem ginjas mas infelizmente perdi o rasto do autor... 

22/10/2012

Gostar de alguém é um tormento

É um tormentos gostar tanto de alguém. É sempre difícil explicar o quão gostamos e, o mais difícil ainda, explicar o porquê de gostarmos.
Uma pessoa apaixona-se por um olhar, por um sorriso, por uma gargalhada. Apaixona-se por uma voz, um suspiro, um sussurro, uma conversa. Uma pessoa apaixona-se por um coração de olhos vendados e de mãos atadas, e essa é a forma mais pura e mortífera de se apaixonar:
Puro porque é com o coração vendado que se aceitam os defeitos e se elogia as qualidades; é com o coração que se vê melhor, porque "o essencial é invisível aos olhos".
Mortífero porque é de olhos fechados que nos conduzimos para um abismo, ou para um caminho que não conhecemos, piso incerto. Mortífero porque é a forma mais arrebatadora de amar; é quando o coração se disforma e se molda a mil e uma situações; é quando se perde um bocado do que somos para achar-mos o outro em nós. É o amor mais mortífero porque é também o mais saudoso, porque é com este amor puro que se ama todos os bocadinhos que se está com o outro, que falamos com o outro, que respiramos o outro e, por isso, quando o nosso amor não está, nós também não estamos por completo. O que somos acaba por só funcionar com a gasolina amorosa que depois pagamos caro com saudades, apertos no coração e noites agarrados à almofada a tentar que a saudade saia do corpo pelos olhos cerrados e húmidos.
Mas a saudade insiste e o coração aperta mais um pouco a cada lágrima e parece que o mundo vai cair em cima do nosso peito. Mas afinal só cai o vazio e o lençol, nada do teu querido amor.
E é isso mesmo que mata, essa saudade que vem para ficar e não sacia.

Sou uma miúda com sorte

Sou uma miúda com um bocado de sorte. Sempre tive tudo o que queria, sem nunca lutar muito pelas coisas. Bastava insistir um pouco, explicar as minhas razões, sempre certas claro, e esperar que me concedessem os desejos como se todo o mundo fosse a minha fada-madrinha que agitava a varinha de condão e tornava tudo possível.
Tenho sorte porque as únicas mortes que presenteei foram as minhas, da alma, quando um amor muito grande deixava de ter ar por onde respirar, e aí eu vertia a minha alma pelos olhos, escrevia ainda mais e o meu mundo parecia um desabamento mesmo por baixo dos meus pés. Mas como tenho sorte e sou p'ra lá de optimista, penso que o tmpo cura tudo e quando não cura, acalma, e então a minha alma toa amachucada voltava aos poucos para o meu pequeno corpo e me tentava dizer que ia ficar tudo bem. E aí, quando a alma voltava meio tímida, eu dava-lhe festas, ela ia ficando outra, outra vez toda direitinha, como passada a ferro, porque é o que o tempo nos ensina: a enterrar os mortos e cuidar dos feridos, aqueles que se ferem na batalha que é o amor. E é verdade, nessa batalha perde-se um bocado do que se era porque eu acho que todos nós perdemos um bocado de nós quando uma relação, que foi outrora cheia de amor, falha. Porque amar é encontrar um bocado de nós e o outro encontrar um bocado de si, é dar um outro bocado daquilo que somos ao outro e ele, por sua vez, dar-nos um bocado de si a nós, para guardarmos no coração, que é o sítio onde guardamos tudo o que não queremos esquecer e não deixar de sentir. É, sobretudo, o sítio onde guardamos tudo o que é importante para nós, tudo o que, de certa forma, nos torna pessoas.
E é por isso que quando uma relação acaba, um bocado de nós se vai. Deve ser por isso que ficamos com aquela sensação de vazio e de impotência, porque alguém roubou um bocado do nosso coração, da nossa essência.
O coração, como é de carne e é muito vivo, mesmo quando sangra todo o sangue quanto a alma e o corpo têm, lá arranja maneira de se curar e sarar as feridas.
Mas tudo isso só lá com tempo. Tempo e paciência. Que um coração partido que amou demais, demora sempre mais a sarar.
Eu sou uma miúda com sorte, porque cresci a acreditar no amor acima de qualquer Deus ou força ou coisa que me valha! O Amor está antes e depois de tudo, porque somos feitos com amor, para amar. Eu pelo menos fui, mas também tenho sorte nesse aspecto. Acho que nunca levei uma tampa que me pusesse tão de rastos, sempre fui forte e sempre ultrapassei tudo. Sou esperta, tenho um tanto de culta quanto a cultura geral (só não me podem perguntar Geografia!), interesso-me por montes e montes de coisas diferentes e isso faz com que seja desenrascada e conversadeira. Esta coisa é que pode ser um defeito ou uma virtude, o gostar de conversar, conhecer novas pessoas e as suas ideias, mesmo sem ter segundas intenções!
Sou uma miúda com sorte porque me apaixono a sério e dou tudo o que tenho e o que não tenho, tudo o que posso e o que não posso, cometo loucuras e nem por um segundo me questiono se é o correcto! Tenho sorte porque sei amar de verdade, sei mostrar o quanto, dou presentes e mimos porque quero, dou apoio, estou sempre pronta a ouvir ou a dar o meu ombro, o meu abraço. Preocupo-me sempre mais com o outro que comigo própria, porque se o outro não estiver bem, eu também não estou, porque o outro é, no fundo, um bocado de mim também.
Sou uma miúda cheia de sorte e, por enquanto, estou bem assim!


. 31

‎Aquele que amo pode não ser perfeito, mas é com quem posso transformar todos os dias, ajustando-nos ao que mais precisamos os dois para sermos felizes. Quando olhamos para o outro e não vemos mais nada, então é porque ele é tudo para nós. E só vale a pena se o outro sentir o mesmo. Se não sentir, há mais vida, e haverá certamente mais amor.

Margarida Rebelo Pinto, Elogio de amor total

21/10/2012

* Winter Wish List *

Domingo é dia de inspirações (coisa que já não faço há algum tempo, confesso...)
Hoje a inspiração é diferente. Publico hoje a minha lista de coisas que quero comprar este inverno. A lista nunca está completa porque eu sou um bocado viciada em roupa.
Espero que gostem :)











17/10/2012

. 29

«Somos diferentes e iguais 
e é por isso que tu me atrais.»  

Insatisfação

Sou uma insatisfeita por natureza: tudo o que tenho parece escorrer por entre as minhas mãos abertas e tudo o que me dás parece sempre pouco. Todos os teus beijos são poucos. Eu quero sempre mais. Mais beijos, mais pele, mais saliva trocada, mais abraços apertados, mas pés juntos, mais mãos dadas, mais sorrisos perto, mais corações perto. 
Não, eu não quero estar sempre mais perto. O que eu quero é estar sempre do lado de dentro, no teu avesso. O que eu quero é ser sempre a tua escolha, mesmo com outras mil opções. O que eu quero és tu. O que eu quero é que ponhas os olhos em mim, que me tires todas as medidas, que me sigas enquanto ando, que não oiças o que eu falo mas que oiças a minha voz, só a minha melodia enrolada em palavras. 
O que eu quero, no final de contas, eu não sei bem, nem nunca vou saber. Porque estou sempre a querer coisas sem fim. Mas quero-te a ti, com sede, saudade, saliva e com o teu olhar pousado no meu.


O que eu quero não existe. O que eu desejo não me chega. O que eu persigo é impossível e a sede nunca acaba. O que me mata é a saudade e o que me mantém viva são os teus olhos.


16/10/2012

O gelo não me agrada, a não ser na caipirinha.


"Falo coisas e me arrependo, faço coisas e penso cacilda-eu-

fiz-mesmo-isso, mas prefiro agir com meu coração, instinto, sentimento, 

emoção, dê o nome que quiser, prefiro agir com a cabeça quente e no calor 

do  momento do que ser uma pessoa morna, quase fria ou gelada. Gente que 

não tem sangue nas veias me assusta. O gelo não me agrada, a não ser na 

caipirinha." 

07/10/2012

. 28

‎«Amizade traz ciumes, mas não dói o coração, amizade sente amor mas não sente atracção, amizade traz ciumes mas não traz frustração, em jogo o coração sem permissão. Tu não precisavas de me tratar tão bem, roubaste o meu coração, meu corpo ficou teu refém. Não sei se foi de propósito, mas eu fiquei teu prisioneiro, sinto que sentes o mesmo por isso é que me dói tanto.»

Constava num estado daquela rede social chamada Facebook. E infelizmente não sei quem é o autor.

Eu achava que me conhecia, até te conhecer.

Tu fazes sobressair o melhor e o pior de mim. Só tu me conheces. Verdadeiramente. E eu achava que me conhecia... até te conhecer. 


Não entendo. Eu sou boa para quem não me interessa e má para os que gosto, egocêntrica, teimosa, insegura, ingénua, tenho que ter o ego elevado, tenho que ter sempre razão e estar sempre certa. E tu sabes disso tudo. Aturas este bicho que sou eu. E ainda estás comigo.
Será amor?