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05/05/2013

A nossa história de amor

Eu posso ter tido outros mas nunca tive ninguém como tu. O amor nunca é igual duas vezes mas nunca gostei tanto de alguém como gosto de ti. Ou se calhar sou só eu que estou tão apaixonada por ti que me faz esquecer tudo o que já passou. Talvez o amor tenha na sua composição um efeito anestésico do passado, uma reacção química que nos faz anular outras pessoas que passaram na nossa vida e depois, quando amamos, somos invadidos por uma sensação de que tudo é agora a primeira vez. Que nunca beijámos outras pessoas, que nunca andámos de mãos dadas, que nunca conhecemos ninguém que gostássemos tanto. É um feeling de começo de tudo, uma primeira vez do coração. 
Quando aprendemos a amar de novo, o coração já é outro novo, melhorado, à prova de choque e de pessoas que nos querem mal. Porque onde há amor e entendimento, e paixão assumida, também há sempre quem queira destruir isso. Acredito que talvez aconteça porque as outras pessoas não são felizes com elas mesmas, então criam uma barreira-anti-felicidade-alheia e inventam um boato ou dois, um acontecimento passado que nunca chegou a aconteceu. Mas e se tivesse acontecido?! As pessoas mudam, crescem, arrependem-se. E erros toda a gente faz!
Mas contigo parece sempre tudo tirado de um sonho ou saído de um filme, porque contigo tudo é tão diferente, é tudo tão natural, somos feitos da mesma matéria, feitos dos mesmos ritmos, as minhas batidas do coração têm um compasso igual ao teu e até podes ser bem mais alto que eu, mas tenho o tamanho certo para ti, encaixamos na perfeição, eu no teu colo, o abraço que me dás... Somos Lego, somos duas faces da mesma moeda, metades da mesma laranja. Somos um, mesmo sendo dois e tão fortes. Mas somos nós, acima de tudo.
Acredito mesmo que amar é não ter medo de se mostrar quem se é, na verdade, na pura essência, mesmo com todos os defeitos na cara. E eu desde o início que nunca fingi ser quem eu não era contigo. E tu, desde o início, me puseste a par de tudo o que tu eras e deixaste de ser, de tudo o que tu eras e continuas a ser. E eu nem por um momento pensei em voltar as costas! Nunca fingimos ser um ao outro aquilo que não éramos, e por sermos tão fiéis a nós próprios, somos tão ligados um ao outro, num fio inquebrável e invisível, que é a nossa história de amor.


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